De acordo com a Pesquisa Gamer Brasil (PGB), as mulheres representam agora 51% do universo gamer. Apesar de ser um avanço significativo e positivo, elas ainda enfrentam desafios como machismo, misoginia e comentários negativos que questionam seu reconhecimento e espaço no mundo dos games.
Os jogos eletrônicos têm crescido exponencialmente no Brasil, com campeonatos ganhando mais visibilidade e sendo mais disputados, além das transmissões em canais de televisão. No entanto, o ambiente ainda está longe de ser totalmente seguro e acolhedor para que as mulheres possam competir e desfrutar plenamente.
Segundo a PGB, os jogos de lazer, disponíveis principalmente em smartphones, são os mais consumidos pelas mulheres.
Marcelo Sztajn, diretor da OEX, comentou sobre a importância da presença feminina na indústria dos games:
“A crescente participação feminina impulsiona a criação de conteúdos mais diversificados e experiências de jogo mais amplas. Contudo, ainda enfrentamos desafios, como o assédio online, que demandam esforços contínuos para a construção de ambientes seguros e acolhedores para todos os jogadores.”
Curiosamente, 71% da população brasileira consome videogames, consolidando-se como uma das principais formas de entretenimento entre os gamers. Portanto, o aumento da participação feminina no mundo dos games é notavelmente positivo, marcando a superação de décadas de predominância masculina e colocando as mulheres em destaque pela primeira vez na história do consumo de games.
Gustavo Farias, tenho 21 anos, sou de Carapicuíba, São Paulo. Sou estudante de Jornalismo e sempre gostei de acompanhar cultura pop, desde os lançamentos musicais, as premiações até os festivais então estou nesse portal pra trazer notícias e entretenimento pra vocês.
