Anitta, Larissa Manoela, Giovanna Ewbank e Patrícia Poeta são apenas alguns dos nomes de relevância pública que trouxeram a endometriose para o centro do debate nos últimos anos. Ao compartilharem suas experiências com dores incapacitantes e diagnósticos tardios, as celebridades ajudaram a dar visibilidade a uma condição que afeta cerca de 10% das mulheres em idade fértil no Brasil, o equivalente a aproximadamente 7 milhões de brasileiras, segundo estimativas do Ministério da Saúde. Além do sofrimento diário com dores pélvicas intensas, a doença é uma das principais causas de infertilidade feminina, estando presente em até 50% das mulheres que enfrentam dificuldades para engravidar.
A endometriose ocorre quando células semelhantes às do endométrio, o tecido que reveste o útero, crescem fora da cavidade uterina, atingindo órgãos como ovários, trompas, bexiga e intestino. Por se tratar de uma enfermidade com potencial progressivo e muitas vezes silenciosa em suas fases iniciais, o atraso no diagnóstico pode levar a quadros severos de dor e comprometimento funcional dos órgãos afetados.
Nos casos em que o tratamento clínico e hormonal não apresenta os resultados esperados ou exista a possibilidade de comprometimento de alguma função orgânica, a intervenção cirúrgica torna-se indispensável. Nesse cenário, a medicina vive uma grande transformação com a consolidação da cirurgia robótica, que estabeleceu um novo padrão de eficácia e segurança no manejo da endometriose profunda.
LEIA MAIS:
- Boca também envelhece: 7 dicas para preservar os lábios e manter a naturalidade com o passar dos anos
- Homens de 35 anos são maioria entre pacientes que buscam transplante capilar, aponta levantamento de clínica
- Dicas para emagrecer com segurança: o que saber sobre as canetas emagrecedoras
Diferente das técnicas tradicionais, a plataforma robótica oferece ao cirurgião uma visão tridimensional de alta definição, ampliada em até dez vezes, associada a instrumentos articulados que reproduzem os movimentos da mão humana com total estabilidade e amplitude superior à do punho humano. Na prática, essa tecnologia permite identificar e remover lesões e cicatrizes causados pela doença em áreas de difícil acesso, preservando com extrema delicadeza as estruturas nervosas e os tecidos saudáveis ao redor.
A precisão do robô é decisiva para minimizar danos nervosos na região pélvica, o que reduz drasticamente complicações pós-operatórias ligadas à função urinária e intestinal, além de preservar a fertilidade da paciente. O procedimento minimamente invasivo resulta em menos dor no pós-operatório, menor sangramento, cicatrização mais rápida e um retorno significativamente mais célere às rotinas diárias.
Especialista no tratamento cirúrgico da endometriose robótico, o Dr. Marcos Travessa destaca que a tecnologia robótica representa um divisor de águas na saúde feminina. A cirurgia robótica não é apenas um avanço tecnológico, é uma ferramenta transformadora de vidas. Ela nos permite agir de forma milimétrica na eliminação das lesões da doença, reduzindo ao máximo o impacto no organismo da mulher e devolvendo a ela o bem-estar e a capacidade de planejar o futuro sem dor.
Com atuação voltada para o diagnóstico preciso e procedimentos de alta complexidade em Salvador, o profissional integra o Centro de Endometriose da Bahia e o Instituto Brasileiro de Cirurgia Robótica, unindo inovação científica a um atendimento humanizado.
Siga nosso canal no WhatsApp!
O AgitoPOP agora possui um canal no WhatsApp. Nos acompanhe por lá e receba em primeira mão conteúdos exclusivos sobre famosos, música, reality show e tudo que envolva esse universo. Clique aqui!
Gostou do conteúdo?
Primeiramente, obrigado por ler essa matéria até o final! Agora, compartilhe com seus amigos que gostam desse tipo de conteúdo, e acompanhe a gente no Facebook, Twitter e no Instagram.
Miguel Lucas 35 anos, Publicitário e Jornalista, amo a cultura pop, viagens e shows, criei o Agito Pop, na intenção de levar o melhor do entretenimento para a galera e agitar muito a internet.