Quem nunca quis ser Rebelde? Que grupo de amigos nunca disputava para ver quem era a Roberta? Mas será que somente os fatores positivos importa na novela mexicana?
A novela mexicana foi um fenômeno nos anos 2000 e com o retorno do grupo para uma turnê especial, voltou a ser muito comentada tanto que o SBT vai reprisar novamente na faixa das 14 horas.
A novela gira em torno de 6 adolescentes que tem suas histórias cruzadas e formam uma banda de grande sucesso levando para fora das telinhas e conquistando uma legião de fãs, mas tirando essa parte musical e sucesso vamos falar do quanto o folhetim é problemático com as questões de bullying, homofobia e outras minorias.
Obviamente que naquela época a visão do público adolescente fazia com que isso fosse normal e pautas tão importantes não eram discutidas, mas hoje em dia no ano de 2023, com certeza que Rebelde seria abordada diferente.
A personagem Celina era a vítima mais afetada dos alunos do Elite Way, com comentários gordofóbicos, até mesmo vindo da protagonista Roberta, ela era alvo de críticas, poderia ser uma pauta importante para retratar na novela, mas como naquele “tempo” era taxado como normal, não era discutida e nem comentada.
Nesse novo “mundo” que estamos hoje, a novela seria diferente. Poderia sim, existir o bullying, mas abordando como um combate a isso e poderia mostrar outros pensamentos e aprendizados, também alguma novela adolescente poderia retratar isso novamente com novos olhares.
Tirando essa parte contestada em Rebelde, sabemos que a reprise será um sucesso e claro a turnê pelo Brasil também, com muitos shows marcados e uma lentidão de fãs da banda presente.
Y SOY REBELDE!! #BoraAgitar
Gustavo Farias, tenho 21 anos, sou de Carapicuíba, São Paulo. Sou estudante de Jornalismo e sempre gostei de acompanhar cultura pop, desde os lançamentos musicais, as premiações até os festivais então estou nesse portal pra trazer notícias e entretenimento pra vocês.
