A tarde desse sábado (11) marcou um passo importante na internacionalização de Luísa Sonza. A cantora fez sua aguardada estreia no Coachella e mostrou, no Gobi Tent, que mesmo longe de casa já mostra status de estrela — ainda que o line-up a coloque como uma artista em ascensão no cenário global.
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Foto: reprodução/redes sociais.
Abrindo o show com a inédita era do álbum Brutal Paraíso, lançado poucos dias antes, Luísa Sonza escolheu “Tropical Paradise” como cartão de visitas. A decisão não só apresentou sua nova fase ao público internacional, como também reforçou sua versatilidade artística logo nos primeiros minutos da apresentação.
Mesmo em uma tenda — e não em um dos palcos principais –, a artista fez questão de entregar um show completo. Com cenário, iluminação bem pensada e uma performance altamente coreografada, ela sustentou com energia do início ao fim, mantendo a multidão — incluindo muitos brasileiros — completamente envolvida. Foi daqueles shows que deixa claro: o espaço físico não limita o tamanho da artista.
Show com hits e participação especial
Um dos momentos mais marcantes da tarde foi a participação da argentina Emília Mernes, que dividiu o palco com Luísa Sonza em “Bunda” e “Motinha 2.0 Remix”. A conexão latina funcionou perfeitamente e elevou ainda mais o clima do shows, mostrando o potencial de Sonza no mercado internacional.

Foto: reprodução/redes sociais.
O repertório também não deixou a desejar. A loirinha soube equilibrar o novo com o já consagrado, trazendo hits como “Anaconda”, “Modo Turbo” e “Dona Aranha”, que foram abraçados pelo público. É o tipo de setlist que reafirma sua força no Brasil — onde já divide o topo do pop com nomes como Anitta, Ludmilla e Pabllo Vittar — ao mesmo tempo em que constrói sua narrativa fora do país.
É justamente aí que entra um ponto curioso: enquanto no Brasil Luísa Sonza é uma artista consolidada, no Coachella ela ocupa um espaço semelhante ao que Pabllo Vittar ocupou em 2022. A pergunta é inevitável: o que artistas desse porte ainda fazem em tendas, quando claramente entregam shows dignos de palcos principais?
A estreia da artista gaúcha nessa tarde não foi apenas um show — foi uma declaração. Ela provou que tem presença, repertório e apelo internacional suficientes para crescer dentro do festival nos próximos anos.
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