O musical “Brenda Lee e o Palácio das Princesas” volta para São Paulo com uma temporada no mês de abril, é para além de um espetáculo, é uma reparação histórica onde deveria ser obrigação de cada ser humano assistir e conhecer quem foi Brenda Lee, ou Caetana, que fez um marco histórico na luta LGBT+, ativista que fundou a primeira casa de acolhida para pessoas com HIV/AIDS, onde ela tem uma pensão para travestis que, em sua maioria, vivem da prostituição. Apesar da realidade de violência em que vivem, dentro da casa as travestis são acolhidas por Brenda, que as ensina a querer mais da vida.
O que esperar do musical? Muita emoção.
A peça conta também sobre a luta das travestis nas ruas de São Paulo, a escassez de oportunidades que as impele à prostituição e sobre como foram apoiadas por Brenda, que acolheu em sua casa, as doentes de Aids numa época em que quase nada ainda se sabia sobre a doença.
O premiado musical “Brenda Lee e o Palácio das Princesas” conta com seis atrizes transvestigêneres, Verónica Valenttino, Olivia Lopes, Tyller Antunes, Andrea Rosa Sá, Rafaela Bebiano e Leona Jhovs e um ator cisgênero Fabio Redkowicz (que interpreta o médico que se torna amigo de Brenda).
Pessoas trans não pagam.
Local: Núcleo Experimental
Rua Barra Funda, 637, Barra Funda
São Paulo, SP